A iniciativa do PSD

Bruno Ventura | Presidente da Comissão Política Distrital de Lisboa

 

Gostava de começar por elogiar a dinâmica que o Filipe Ferreira imprimiu no PSD Amadora e agradecer a oportunidade de vos escrever umas palavras.

Quando o PSD formou governo em 2024 não encontrou um país falido como em 2011.

Mas encontrou o estado em colapso no que diz respeito à prestação de serviços públicos essenciais, como a saúde ou a educação. Encontrou uma classe média esmagada pela carga fiscal e uma ferida aberta na coesão nacional do país, muito devido a uma política migratória desastrosa que o PS inaugurou em 2017.

A verdade é que o PS falhou às famílias que mais dependiam da saúde e da escola pública, e falhou sufocando o rendimento da classe média, enquanto reduziu a pó os indicadores nacionais de investimento público. Quando os portugueses foram chamados a escolher os resultados foram cristalinos.

O PSD venceu as duas últimas eleições legislativas, e governa Portugal desde 2024.
O PSD venceu as últimas eleições autárquicas, e venceu 5 dos 5 municípios mais populosos dos País.
Estas duas vitórias significam que na dimensão nacional e local os portugueses confiaram mais no PSD do que em qualquer outra força política.

Por isso procurámos responder com emergência a situações que eram de emergência.

Regulámos com humanismo uma política migratória. Realizámos nos primeiros meses de governos, a revisão de carreiras em áreas de soberania e sociais da função pública. Como são exemplos médicos, professores, ou forças de segurança. Ao dignificar estas carreiras, tornámo-las mais atrativas aumentámos a retenção de profissionais que são vitais à prestação de serviço público.

Reduzimos substantivamente o IRS à classe média, devolvendo mais rendimento às famílias. Fizemo-lo sem comprometer o nosso futuro, atingindo superavit orçamental em dois anos consecutivos, e sem subir um único imposto.

Mas os portugueses não depositaram apenas confiança no PSD, depositaram também esperança numa mudança que urge.

Ao governo cumpre a iniciativa da mudança, a apresentação de novas escolhas ao país. A nossa tarefa será mobilizar o PSD para os desafios de hoje. Para a ambição do nosso tempo.

Ganhar o desafio da produtividade, para que de forma sustentada possamos almejar um rendimento para as nossas famílias ao nível da União Europeia. Mudar o rosto da escola pública (abandonada pelo PS), para que a escola volte a simbolizar mobilidade social. Mudar o rosto da saúde convocando todos os agentes à prestação de serviço público que os portugueses merecem.

Esta esperança é a força de um governo do PSD, e será o motor da Distrital de Lisboa.

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