
A vinda à Amadora do Ministro Gonçalo Matias, no âmbito desta iniciativa promovida pela Distrital de Lisboa do PSD em estreita colaboração com o PSD Amadora, é motivo de satisfação e um sinal claro: temos um governo de trabalho, que não tem medo de prestar contas e que se orgulha do que tem feito.
Da simplificação dos licenciamentos urbanísticos à integração de instrumentos de Inteligência Artificial na administração pública, passando pelo aprofundamento da descentralização, este Ministro e este Governo têm imposto uma agenda reformista que rompe com bloqueios estruturais que há décadas travam o país. É a prova de que é possível modernizar o Estado sem perder de vista as pessoas — e de que a coragem de reformar é compatível com a responsabilidade de bem governar.
Este exemplo, dado pelo Governo que o PSD apoia, deve ser também o exemplo para o município da Amadora. Não podemos continuar a ser um concelho com mais de 200 mil habitantes, situado no coração da região mais competitiva do país, e continuar a ser geridos com os métodos e a mentalidade do século XX.
O recente episódio da gestão dos resíduos pela Câmara Municipal é disso o retrato mais evidente: falta de planeamento, ausência de estratégia e nenhuma mobilização tecnológica para resolver problemas que já têm solução noutras cidades portuguesas. Temos uma Câmara parada no tempo, sem uma verdadeira estratégia de transição digital e sem colocar o cidadão no centro da decisão política.
Que esta iniciativa do PSD sirva, por isso, para marcar com clareza a diferença entre duas alternativas para o futuro da Amadora: de um lado, uma gestão datada e ultrapassada; do outro, a resposta do PSD — modernidade, planeamento e futuro.
Porque a Amadora merece o mesmo rigor, a mesma coragem reformista e a mesma visão de futuro que vemos hoje ao nível nacional.
Um Estado com Futuro. Uma Amadora com Futuro.