Numa questão tão decisiva para a mobilidade e para a qualidade de vida de muitos milhares de amadorenses como é a subconcessão da Linha de Sintra, os Vereadores do PSD na Câmara Municipal da Amadora interpelaram o executivo socialista sobre qual a estratégia do município para este processo.

A pergunta é simples. A ausência de resposta é reveladora.

Quando se olha para o que se passa com a Linha de Cascais, existem sinais públicos claros de que os municípios de Lisboa, Oeiras e Cascais estão a dialogar e a construir uma estratégia conjunta — que pode passar pela criação de uma empresa intermunicipal ou pelo apoio à subconcessão para a TML, empresa criada pela Área Metropolitana de Lisboa para a mobilidade e os transportes. Do lado da Amadora, existe apenas um vazio. Não se fala com Lisboa, não se fala com Sintra, não se fala com a TML. O território da Amadora, para este executivo socialista, parece um parceiro silencioso que nada diz e nada faz.

Esta ausência não é neutra. Num processo desta natureza, quem não está à mesa não defende os seus munícipes. E os amadorenses merecem ser defendidos.

Os amadorenses precisam de quem lute por transportes públicos ferroviários com qualidade de serviço real, com frequências ajustadas às necessidades das pessoas e com material circulante moderno — e não de um executivo que assiste de camarote a decisões que moldarão o futuro da mobilidade na região.

O PSD Amadora continuará a exigir respostas e a pressionar para que o município ocupe o lugar que lhe compete neste processo. Os amadorenses não podem ficar de fora.

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